Igreja Presbiteriana Paulistana
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Mensagem: Eu, porém, vos digo…

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Pregador: Rev. Wadislau Martins Gomes

Mateus 5.13-48

No Sermão do Monte, após as Bem-Aventuranças, Jesus diz que a luz interior da graça deve iluminar o exterior “da casa”, referindo-se à luz da glória de Deus refletida no cumprimento da sua lei.

A expressão de Jesus, “Eu, porém, vos digo”, não implica em revogação da lei, mas em uma interpretação da lei feita possível por meio da graça.

1. Jesus exceliu no cumprimento da lei

A lei revela o caráter de Deus em graça: (1) Na natureza, ela indesculpa o homem; (2) na consciência, ela provoca conflitos internos e externos; (3) na Escritura, ela condena o homem (4) em Cristo, ela redime a natureza, purifica a consciência e habilita ao cumprimento da lei.

Jesus cumpriu a lei por meio de sua encarnação, vida de obediência, morte, ressurreição e ascensão.

2. A graça de Jesus nos habilita a exceder à lei

Pela graça de Deus, temos: (1) a redenção da ira (vv. 21-26); (2) a redenção da impureza (vv. 27-30); (3) a redenção da deslealdade (vv. 31-32); (4) a redenção da palavra (vv. 33-37); (5) a redenção do direito (vv. 38-42).

A lei que era impossível de ser cumprida foi cumprida em Cristo para que o preceito da lei se cumprisse em nós (Romanos 8.3-4).

3. O amor é a lei excelente que permite exceder

O Senhor Jesus não nos deixa sem uma aplicação prática:

O dilema entre o cumprimento da lei da verdade e da lei do amor é resolvido por meio do exercício da graça: verdade em amor!

A excelência do amor é o cumprimento da lei no sentido de que, pela graça, o justo paga pelo injusto.

A perfeição da luz da glória de Deus é vista quando cumprimos em nós a morte de Cristo, para a ressurreição em Cristo (“levando sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo” – 2 Coríntios 4:10).