Igreja Presbiteriana Paulistana
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Mensagem: Vale a pena ouvir de novo!

MP3 | Audio:

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Pregador: Dr. Davi Charles Gomes

Gálatas 2.15-21

A nossa familiaridade com o conceito de salvação “pela graça mediante a fé somente” pode facilmente nos levar a perder de vista a radicalidade desse ensino bíblico! Em Gálatas 2: 15-21 somos lembrados que a realidade da justificação pela graça somente, mediante a fé em Cristo, tem consequências práticas: as obras (frutos) da fé em Cristo são radicalmente distintas das obras de auto-justiça e legalismo!

A. O ministério de Cristo é a única base para a justificação

  1. A lei foi insuficiente para os judeus
  2. Sua justiça é insuficiente para você
  3. Toda tentativa de se justificar com outra base é auto-justiça (autonomia)

B. Cristo é ministro de liberdade e não de escravidão e pecado

  1. A lei foi plenamente cumprida em Cristo
  2. Se você continua vivendo em escravidão você faz pouco caso de Cristo!

C. Cristo é ministro de esperança eterna e não de medo

  1. Esperança da vida eterna
  2. Esperança da santificação
  3. Viver no temor de homens, no medo da condenação ou de falha, é desconfiar de Cristo!

D. Cristo não é ministro dos ídolos da carne e sim da graça suficiente

  1. Tudo que flui e/ou “depende de nós” é idólatra
  2. A graça suficiente demanda uma obediência que deve ser caracterizada como uma “passividade ativa”

O ministério de Cristo nos liberta de toda escravidão, nos dá verdadeira esperança e nos motiva para agirmos como expressão de seu amor e não por medo.  Cristo é ministro da graça suficiente de Deus (soberania) e não dos ídolos da carne! Somos confrontados com dois caminhos: Seremos nós ministros da auto-justiça ou da graça suficiente? Esse foi o dilema desde o Éden, e permanece como nosso desafio ainda hoje!