Igreja Presbiteriana Paulistana
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Mensagem: A cruz e a prática da justiça

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Pregador: Rev. Wadislau Martins Gomes

Gálatas 6.1-18

A cruz habilita a alma à prática da justiça do reino de Deus.

1. Por causa da atração que ela exerce no sentido de vir a Cristo para refletir sua glóriaGálatas 6.1-6

  1. Cristo cumpriu toda a lei para que pudéssemos vivê-la. Todos dependemos de Cristo e, nele, uns dos outros.
  2. Colhemos o que semeamos: se para o Espírito, vida eterna; se para a carne, corrupção.
  3. Fazer o bem não é uma questão de obras meritórias, mas consequência do amor de Deus realizado na cruz.

2. Por causa da transformação que ela opera, capacitando a pessoa negar a si mesmo na morte de CristoGálatas 6.7-14

  1. Nosso verdadeiro bem é Cristo (Fm 6), porém somos atraídos pelo orgulho que resume a transgressão da lei.
  2. A tentativa de cumprir a lei pela força da carne tem raiz no orgulho, e este produz ira (por isso foi dito: “de Deus não se zomba”).
  3. A glória da cruz consiste em ser “crucificado para o mundo” e, o mundo, para si.

3. Por causa da motivação que ela oferece para viver segundo a ressurreição de Jesus CristoGálatas 6.15-18

  1. Obras da carne nada significam, mas, sim, o ser nova criatura.
  2. As marcas de Cristo são as características da justiça do reino que promovem paz e misericórdia.
  3. A justiça e a paz na terra são consequências das coisas do alto – o poder da cruz aponta para uma novidade de vida “oculta em Cristo”.

“Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros”—Gálatas 5:22-26