Igreja Presbiteriana Paulistana
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Mensagem: A oração sacerdotal de Cristo

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Pregador: Dr. Alderi Souza de Matos

João 17.1-26

Introdução

  • Essa é a mais longa oração de Cristo registrada nos evangelhos.
  • O momento era crucial: entre a sua despedida dos discípulos (cap. 16) e o início da paixão (cap. 18). A “sua hora” havia chegado (v. 1 x 2.4; ver 12.23).
  • Dois destaques:
    1. Relatório ao Pai sobre o cumprimento de sua missão (v. 4), embora a cruz e a ressurreição ainda estivessem no futuro. Dentro de poucos dias ele iria exclamar: “Está consumado” (19.30). Certeza da missão cumprida.
    2. Intercessão por seus discípulos presentes (v. 9-19) e futuros (v. 20-26), algo que ele continua a realizar a nosso favor.
  • A oração se divide em três partes bastante distintas: a missão do Filho (1-8), intercessão pelos apóstolos (9-19) e intercessão pela igreja (20-26), cada qual acentuando um relacionamento: Pai-Filho, Filho-discípulos, discípulos entre si.

1.     Um fato solene – a vida eterna

  • Síntese do ministério de Jesus: conceder a vida eterna a todos os que o Pai lhe deu (2b).
  • Vida eterna é conhecer mais e mais o Deus único e verdadeiro revelado em Cristo (v. 3); ver Habacuque 2.14; Oséias 6.3; João 1.10; 8.19; 14.7. Hendriksen: “Conhecer o Pai é o prazeroso reconhecimento de sua soberania, alegre aceitação de seu amor e comunhão íntima com sua pessoa”.
  • Os que o Pai me deu: v. 2, 6, 9, 24; 6.37, 39, 44; 10.29. A fé não é de todos. “Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora (6.37). Os eleitos e o mundo: missão (v. 18).
  • É necessário ir a Cristo: manifestei (6), reconheceram (7), receberam, conheceram e creram (8).

2.     Uma promessa consoladora – proteção e santificação

  • Proteção: dos discípulos, física e espiritualmente, contra as agressões do mundo (v. 9, 11b, 12, 15). A importância de confiar no Deus da providência, em oração. Contra o maligno (1João 5.18).
  • Santificação: duas ideias: (a) separação do que é mau, pecaminoso, e (b) consagração a Deus, dedicação ao Pai, como Cristo fez (v. 17, 19). Nossa proteção e santificação dependem dele.

3.     Um desafio inevitável – unidade entre os discípulos

  • Essa unidade antecipada no v. 11c agora é mais enfática. Não se trata de uniformidade (de ideias), unanimidade (de práticas), união (de estruturas), mas unidade de espírito, de propósitos, em fraternidade, tolerância, mútua aceitação e amor (v. 20-23).
  • Modelo: a unidade Pai-Filho (11c, 21b, 22b).
  • Propósito: para que o mundo creia (21, 23); testemunho, missão.

Conclusão

  • Palavras confortadoras em preparação para a crise que estava se aproximando.
  • Necessárias para nós hoje, em meio às turbulências do tempo presente.
  • O Cristo que orou pelos seus no passado é o mesmo hoje e para sempre. É bom e reconfortante saber que ele intercede por nós. Ele é o único intercessor junto ao Pai.
  • Lucas 22.31s: “Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como trigo. Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça”.
  • Romanos 8.34: “Quem condenará [os eleitos de Deus]? É Cristo Jesus quem morreu, ou antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós”.
  • Hebreus 7.25: “Por isso também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles”.
  • Aplicações:
    • - Cristo mesmo intercede por nós; ele consumou sua obra a nosso favor.
    • - Ele nos assegura proteção e santificação.
    • - Ele nos tem dado uma missão.
    • - Ele nos conclama à unidade.